Quem diria, depois de quase um dia, volto eu a postar.
Pois bem, após escrever um nem tão exaustivo trabalho sobre um dos livros do McLuhan, uma coisa eu entendi: "O meio é a mensagem" (ou a massagem).
Enfim, isso me levou a pensar, qual a mensagem do blog? Melhor, desse blog que agora estou fazendo? O conteúdo não tem nada a ver com nada, pode ser uma imensa perda de tempo pra quem ficar aqui lendo. Mas alguma mensagem há nisso tudo, mais no meio do que no conteúdo, isso com certeza.
Há também quem discorde do Luhan, McLuhan. Já dizia o Padre Almeida em Stigmata: "Lo mensagero no es importante". Tá, eu posso ter escrito errado, mas a idéia é que o mensageiro - o meio - (a mulher que quase morre com os stigmas no caso) não é importante.
Isso tudo me leva a uma consideração. Pra quem não leu, leia minha observação (não lembro qual delas) no Post 1, onde eu digo e afirmo que não há papel toalha no banheiro do escritório. Enxugar a mão no papegl higiênico é infundável, grudam vários pedacinhos e você gasta um monte de papel/arvóres (as avres semos nozes) e afins pra continuar com a mão molhada. Não têm o menor sentido.
Então me diga, considerando que até a luz elétrica é um "meio"; se minha mão é o "meio", e ela está molhada ou com pedacinhos de papel grudados nela, qual é a mensagem? É a mais importante: Não há papel toalha na merda do banheiro! Não exatamente na merda do banheiro, mas no banheiro de merda. Não que o banheiro seja de merda. Se bem que de certa forma ele é, principalmente depois que o gordinho da estatística volta do almoço... Isso me faz pensar se o banheiro também é um "meio"... e o pior, qual é o sua mensagem.
Enfim, chega de considerações de/sobre merda
Duane B. R. Seraphim

1 comentários:
vc eh bobo
para de ler q isso tah t fazendo mal rsrsrsr
amo demais
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